Sanidade, enfim!
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Sanidade, enfim!Não tenho medos, vivo.Não piso em ovos, consigo.
Sonhos dissipados não existem.Realidades felizes permanecem,sonhos concretos crescem.
Eu já vivi com medo,já vivi com receio,agora é atenção, permeio.
Serei paz de alguém,minha voz tocará o coração,e nossos momentos, vividos com imensidão.
Romantizar o difícil é ser dependente.Acreditar no amor é quase sonhar,mas viver em paz e sonhos trilhar.
Amor disfarçado, amor nascente,viver o agora com sonhos, vertente.A janela está aberta, o sol entra, desperta.
A porta aberta espera a chegadade um amor pra minha jornada.
Como citar esta obra (ABNT)
BRENTANO, Natanael Fernando Gatti. Sanidade, enfim!. In: Poemas Brasileiros, 2026. Disponível em: <https://nfgbrentano.art.br/poema/sanidade-enfim/>. Acesso em: 23/10/2026.
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